
- Devora-me!
... Disse ela
Febril como carne fresca
Pesada como a chuva
Desejo hipnótico
Visão pitoresca e turva
Grandes lábios
Desejo de senti-los
- Meu corpo arde em chama e te chama.
Entre os seus dedos
Pelos e cheiros
Ela se derrama
Cai no chão de fogo e gelo
Etremece-se
Num frêmito desejo
Seu suor se expõe num lampejo
pra matar sua vontade
Não há preço
Pensou ela:
O fim está desde sempre no começo.
(Raquel Campos - Alberto Marques)

Excelente poema, ardente e sensual. Gostei do teu blog, muito bom mesmo.
ResponderExcluirVou te seguir e fique a vontade para ir lá me visitar no Momentos Compartilhados.
Abs
muito massa seu blog!
ResponderExcluirsou suspeita pra falar desse poema,mas vou falar mesmo assim...
vc soube jogar bem com palavras...(paixao ardente entre duas pessoas do sexo feminino ualll)jamais conseguiria sozinha!
ow talento esse menino tem!
:*